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Hubble ajudou a identificar uma das galáxias mais escuras já conhecidas

A NASA diz que astrônomos usaram o Hubble, o observatório Euclid da ESA e o Telescópio Subaru para ajudar a identificar um dos candidatos a galáxia mais escura já conhecidos. Em vez de encontrar uma galáxia brilhante e óbvia, a...

A NASA diz que astrônomos usaram o Hubble, o observatório Euclid da ESA e o Telescópio Subaru para ajudar a identificar um dos candidatos a galáxia mais escura já conhecidos. Em vez de encontrar uma galáxia brilhante e óbvia, a equipe procurou por padrões de aglomerados globulares que pudessem revelar um sistema tênue.

Encontrando uma galáxia pelo que a rodeia

Galáxias de baixo brilho superficial podem ser difíceis de ver porque suas estrelas estão espalhadas de forma fina. Aglomerados globulares, grupos compactos de estrelas velhas, podem funcionar como placas de sinalização ao redor de galáxias que, de outra forma, são quase invisíveis.

A abordagem é inteligente porque trata a escuridão como um problema de detecção, e não como uma ausência. Se uma galáxia é muito tênue para se destacar diretamente, seus companheiros ainda podem revelá-la.

Por que galáxias tênues importam

Galáxias escuras e difusas testam modelos de como as galáxias se formam e como a matéria se acumula. O universo não é feito apenas de espirais brilhantes e colisões dramáticas. Algumas de suas estruturas mais reveladoras mal brilham.

Fonte: NASA Science

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